A solução visa modernizar os pagamentos no Brasil e promete transferências em até 10 segundos a qualquer hora e dia da semana.

Banco Central acredita ser um substituto mais moderno do TED e do DOC, além de boletos.

O consumidor continuará podendo escolher se deseja usar enviar dinheiro via Pix, os tradicionais TED e DOC, ou outra modalidade disponibilizada pela instituição financeira. Já o recebimento está automaticamente habilitado para todos os usuários de instituições participantes. Quem não fez cadastro de chaves pode receber um Pix desde que o remetente utilize os dados completos da conta na hora do envio.

Não há um limite de valor mínimo para o Pix. Já o valor máximo, embora não seja imposto pelo Banco Central, poderá ser definido por cada instituição de acordo com o perfil do cliente. Até fevereiro, as instituições serão obrigadas a oferecer um limite máximo de, no mínimo, 50% do atual limite de TED do consumidor, ou os mesmos limites do cartão de débito para transações noturnas e nos fins de semana. A partir de março, o teto de qualquer transferência via Pix deverá ser de pelo menos o mesmo que o cliente já possui no cartão de débito.

O Pix é sempre gratuito para Pessoa Física até um teto de 30 transações por mês, conforme definido pelo Banco Central na instrução normativa BCB n° 30 de 29 de outubro. A partir da 31ª transferência mensal iniciada pelo cliente, a instituição terá a liberdade de considerar uso comercial e tarifar as operações. O cliente, portanto, precisa verificar junto ao banco se há cobrança prevista para a eventualidade de realização de mais de 30 Pix por mês.

CPF, telefone e e-mail podem ser cadastrados como chaves do Pix — Foto: Divulgação/Banco Central

O pagamento com Pix poderá ser feito da mesma forma que a transferência, usando chaves Pix ou dados de conta bancária. Além disso, será possível ler um QR Code para o qual se deseja transferir um determinado valor. Todo usuário do Pix poderá ter seu próprio código.

Segundo o Banco Central, o Pix tem a mesma segurança da rede bancária tradicional. Como não há um aplicativo do Pix, a primeira camada de segurança continuará sendo oferecida pelas instituições. Dessa maneira, o Pix estará tão protegido quanto a conta do consumidor, seja com senha ou com uso de impressões digitais e reconhecimento facial, a depender do aplicativo e do aparelho do usuário.

Por outro lado, especialistas consideram que o Pix poderá funcionar como um novo chamariz para golpes.

“O fato do PIX consistir em transações realizadas de forma instantânea e com disponibilidade integral também atrai o fraudador, que vai conseguir consumir o golpe de maneira muito rápida. Engenharia social, invasão de contas, SIM SWAP e abertura de contas frias são alguns dos tipos de fraudes” – Tom Canabarro, CEO e cofundador da Konduto.

Com informações do BANCO CENTRAL.

Por: Junim 10B

 

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