Adolescentes criam robôs pensando em facilitar a vida de idosos! Foi com essa ideia de empatia na cabeça que alguns alunos de uma escola de robótica e programação, desenvolveram aplicativos funcionais, que ajudam outras pessoas no dia a dia.

De incentivo ao reflorestamento até um circuito robótico para proteger idosos, os alunos que têm entre 9 e 11 anos, pensaram em como poderiam descomplicar o dia a dia de outras pessoas, utilizando o conhecimento que aprenderam em sala de aula.

Um dos destaques é o Rafael Sampaio, de 14 anos, que desenvolveu um robô capaz de ajudar pessoas a tomarem remédios de uma maneira super divertida: dançando!

Ele conta que sabe como todos ficam um pouco tristes quando adoecem e pensou em uma forma de alegrar o dia dessa pessoa. Por isso, criou um robô de Lego, que toca música e “dança” enquanto leva o medicamento até a pessoa.

“Eu construí o robô com peças de Lego. Eu o programei com uma base em blocos parecida com a plataforma Scratch. A ideia surgiu por causa de um robô que meu primo tinha, que era um robô de Star Wars que dançava também”, explica Rafael.

Outra invenção de destaque é a da Luisa Noronha, de 11 anos, que criou um robô que ajuda idosos ou pessoas com deficiência a se movimentarem com mais segurança, evitando acidentes domésticos.

“Se a pessoa esqueceu o fogão ligado em casa, por exemplo, o circuito que eu criei vai avisar se existe variação de temperatura ou fumaça e apitar”, explica a menina.

E Luisa ainda pensou em adaptar a criação dela! “Como ele tem um painel, uma pessoa surda consegue ver pela letra exibida na tela, e quem não enxerga consegue saber as variações de temperatura pelos sons que são emitidos”, explicou.

Reprogramando o futuro

Todos os alunos fazem parte de turmas de programação da escola CodeBuddy, que incentiva o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas de uma maneira lúdica, que ajuda a desenvolver crianças e adolescentes mais éticas, empáticas e proativas.

Segundo Susie Mendonça, Head de Marketing da CodeBuddy, “Crianças conseguem ser engraçadas e sensíveis ao mesmo tempo, têm a imaginação fértil e parecem viver no mundo mágico da Disney, todo mundo sabe. Mas muitos não têm ideia que com essa imaginação, todas elas podem ir longe, inclusive, sair do campo imaginário e entrar no mundo real, impactando uma sociedade”.

Fonte: Sonoticiaboa

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