Governador afirma que estado seguirá intensificando ações contra facções criminosas, tráfico de drogas e fraudes eletrônicas após cumprimento de 185 medidas judiciais em Goiás e outros estados
O governador de Goiás, Daniel Vilela, afirmou nesta terça-feira (19) que o estado seguirá reforçando o combate ao crime organizado por meio de ações integradas das forças de segurança. A declaração foi feita após a deflagração da 7ª fase da Operação Destroyer e da Operação Agropix, conduzidas pela Polícia Civil, que somam 185 medidas judiciais cumpridas em Goiás e em outras unidades da federação.
Segundo o governador, o foco das operações é enfrentar facções criminosas, fraudes eletrônicas e organizações envolvidas em atividades ilícitas. “A gente vai continuar firme e forte, garantindo que Goiás seja terra de gente de bem, onde bandido não se cria e não se criará”, declarou Daniel Vilela.
O chefe do Executivo estadual destacou ainda que as forças de segurança atuam de forma estratégica e permanente para manter Goiás entre os estados mais seguros do país. De acordo com ele, o delegado-geral da Polícia Civil, André Ganga, informou que mais de 100 mandados foram cumpridos apenas nesta terça-feira durante mais uma etapa da Operação Destroyer.
A 7ª fase da Operação Destroyer é coordenada pela Polícia Civil, por meio do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Trindade. Nesta etapa, estão sendo executadas 40 medidas judiciais, incluindo 20 mandados de prisão e 20 de busca e apreensão nas cidades de Goiânia, Trindade e São Luís de Montes Belos.
As investigações apontam para a atuação de uma organização criminosa voltada à comercialização e distribuição de drogas por meio de sistema de “delivery”. Conforme a Polícia Civil, o grupo utilizava motocicletas e veículos para transportar os entorpecentes, além de manter uma estrutura de comunicação para vendas, logística e cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico.
Já a Operação Agropix é conduzida pelo Grupo Especial de Investigações Criminais (Geic) de Rio Verde, vinculado à 8ª Delegacia Regional de Polícia. A ação cumpre mais de 80 medidas judiciais, entre prisões temporárias, buscas domiciliares e bloqueios de valores.
A investigação apura a atuação de uma organização criminosa especializada no golpe conhecido como “mão fantasma”, modalidade de fraude eletrônica que teria causado prejuízo milionário a um produtor rural de Rio Verde. A operação ocorre simultaneamente em Goiás, São Paulo, Santa Catarina e no Distrito Federal, com apoio integrado de diversas unidades policiais.
Da Redação













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