Um dos maiores físicos de todos os tempos, Albert Einstein, conhecido pela teoria da relatividade, também era obcecado pela felicidade.

O físico alemão Albert Einstein deixou a sua teoria da felicidade como recado para posteridade Foto: Divulgação
O físico alemão Albert Einstein deixou a sua teoria da felicidade como recado para posteridade Foto: Divulgação

Um dos maiores físicos de todos os tempos, Albert Einstein, conhecido pela teoria da relatividade, também era obcecado pela felicidade.

O gênio alemão deixou isso claro ao entregar um bilhete como gorjeta, em 1922, após ganhar o Prêmio Nobel de Física.

Ele escreveu isso em 17 palavras e tendo sentido real ou não, o fato é que quem o recebeu acabou ganhando a bolada de mais de 1 milhão de dólares pela frase. (veja abaixo)

Busca da Felicidade 

Einstein falava regularmente sobre a busca pela felicidade.”É a felicidade que estamos atrás”, disse ele, em 1931, a um entrevistador que lhe perguntou o que os humanos mais desejavam.

O cientista também se interessava sobre saúde mental, justiça social, moralidade e estava tão intrigado quanto o resto da humanidade pela questão do que constitui uma vida verdadeiramente feliz.

E ele representou isso na frase escrita num bilhete, quando viajou ao Japão para uma série de palestras e viu-se sempre cercado por admiradores curiosos. Quando um mensageiro veio fazer uma entrega em seu quarto de hotel, Einstein lhe entregou um par de bilhetes assinados em vez de uma gorjeta.

Um deles dizia: “Uma vida calma e modesta traz mais felicidade do que a busca do sucesso combinada com uma constante inquietação”.

Não está claro se Einstein queria deixar o bilhete para a posteridade ou simplesmente foi pego sem troco e sabia que sua assinatura valeria muito mais.

Mas quaisquer que fossem as motivações de Einstein, seu gesto acabou sendo incrivelmente generoso.

Em 2017, o bilhete, agora de propriedade de um dos descendentes do mensageiro, foi vendido por 1,56 milhão de dólares em um leilão.

Grandes conquistas e pequenos prazeres

Segundo outro ganhador do Prêmio Nobel, Daniel Kahneman, às vezes quando as pessoas falam sobre felicidade, elas se referem a prazeres momentâneos como comer uma fatia de bolo de chocolate ou abraçar um cachorrinho.

Outras vezes, falam sobre algo mais como satisfação com a vida ou a sensação de contentamento ao sentir que alcançou coisas importantes ou viveu de acordo com seus valores.

Esses dois tipos de felicidade estão frequentemente em conflito. Perseguir grandes sonhos e enfrentar dilemas éticos difíceis muitas vezes parece terrível no momento.

Outros psicólogos acrescentam outro viés. Há também algo chamada riqueza psicológica, que é outra forma de felicidade que vem de ter experiências ricas e diferentes.

É a alegria de sentir que você viu e experimentou uma fatia grande do que o vasto e incrível planeta tem a nos oferecer.

O que tudo isso implica é que existem múltiplas definições de felicidade e cada um de nós deve decidir quanto de cada tipo estamos perseguindo.

Einstein entendeu isso claramente quando reconheceu dois caminhos possíveis – em direção ao contentamento ou ao sucesso – em sua nota.

Com informações da Exame

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