Abrimos uma vaquinha para ajudar o motoboy @deisson01 que foi foi brutalmente agredido por um cliente em Brasília (DF), após atrasar entrega de marmita na última sexta, 11

Imagem de capa para Motoboy agredido por cliente após atrasar entrega ganha apoio de internautas
Deisson é pai de duas meninas pequenas. Responsável pelo sustento da casa, ele trabalha como motoboy há seis anos. Fotos: Arquivo Pessoal

Abrimos uma vaquinha para ajudar o motoboy @deisson01 que foi foi brutalmente agredido por um cliente em Brasília (DF), após atrasar entrega de marmita na última sexta, 11. O aplicativo tinha mandado o motoboy para outro endereço, o que ocasionou o desencontro. (vídeo abaixo)

Deisson levou socos no rosto, principalmente na região da boca. Sofreu um grave corte nos lábios e tem tomado medicamentos para a dor. Traumatizado e com medo de voltar a trabalhar, ele não tem conseguido fazer muitas entregas, além de sentir muita dor.

Deisson é pai de duas meninas pequenas e responsável pelo sustento da casa. Trabalhando como motoboy há seis anos, a única renda da família é deste trabalho: “Eu trabalho muito, de 8h à 1h, honestamente, para poder cuidar da minha família, e acontece isso. Quero sair dessa vida. Fiquei muito traumatizado”, afirmou Deisson em entrevista ao Só Notícia Boa. Ele tem estudado para prestar concurso público.

Ele contou que a filha, de 6 anos, havia ligado instantes depois da agressão. “Ela queria saber se eu tinha almoçado”, disse, emocionado. “É muita humilhação” [o que passei]

Vaquinha para apoiá-lo!

Para que ele possa se recuperar desse triste episódio e cuidar de sua saúde, sem que comprometa o sustento de casa, e consiga pagar um advogado, estamos com a vaquinha dele no SVB. Saiba mais clicando aqui.

A ajuda será de muita importância para o Deisson nesse momento tão difícil. O valor ajudará no sustento e para que ele consiga um advogado para cuidar do caso.

Atraso aconteceu por aplicativo não ter localizado o endereço correto

Deisson contou que não localizou endereço e, por isso, atrasou a entrega de almoço no Condomínio Quintas da Alvorada, na região do Paranoá (DF).

Ele rodou por vários minutos na região onde deveria entregar o almoço – eram quatro marmitas ao todo.

Mas disse que o aplicativo do celular não indicava a localização exata do endereço e que, por isso, pediu ao cliente que buscasse a comida em uma outra entrada do condomínio.

“Ele [o cliente] chegou com um amigo, já agressivo, abrindo o baú, pegando as quatro marmitas. Peguei e gritei: faz isso não, sou trabalhador e pai de família. Ele me deu um soco na boca e falou: Que nada, você quer é roubar minhas marmitas”, afirmou.

Investigação policial

O motoboy passou pelo Instituto de Medicina Legal (IML) para constatar as agressões. O caso é investigado pela 6ª DP (Paranoá) e ninguém está detido.

O suspeito de agredir Deisson foi preso, mas no mesmo dia foi solto. Ele já tinha registros de ocorrências pela Lei Maria da Penha.

Vamos apoiar o Deisson! Clique aqui para acessar a vaquinha e compartilhar a história do motoboy agredido! Quanto mais gente souber, mais pessoas vão ajudar!

 

 

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